No próximo dia 4 de abril, segunda-feira, a ministra da Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR), Luiza Bairros, encontra-se com representantes dos movimentos sociais do Estado da Bahia, para tratar das demandas desse segmento e discutir a política de atuação do órgão. O encontro acontece das, 18 às 20h30, no auditório Milton Santos, do Centro de Estudos Afro-Orientais (CEAFRO/UFBa), localizado no Largo Dois de Julho, Centro.
A ministra Luiza Bairros é a única mulher negra que ocupa o cargo de ministra no governo Dilma e tem a árdua tarefa de transversalizar a pauta racial dentro dos outros ministérios. Em entrevista à apresentadora Ana Maria Braga no programa "Mais Você" da Rede Globo, a presidente Dilma Rousseff teria dado uma declaração informando que a pobreza no Brasil tem "gênero e território", referindo-se a questão das mulheres e dos nordestinos, sem tocar no fato de que, segundo o IPEA, 71% dos chamados indigentes são afrodescendentes
Além da longa trajetória no movimento negro brasileiro, tendo ajudado a construir o Movimento Negro Unificado, Bairros tem a seu favor experiência na gestão pública no Estado da Bahia, quando foi gestora na Secretaria da Igualdade (SEPROMI) e de ter atuado na cooperação internacional no Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). A expectativa das lideranças negras é que a ministra possa elevar a importância da Seppir dentro da esfera federal e executar o orçamento que, apesar de ser um dos últimos no ranking dos ministérios, nunca foi usado em sua plenitude. Segundo o site Contas Abertas, em 2010, ainda na gestão do presidente Lula, a Seppir executou apenas 10% do seu orçamento. O valor autorizado para este ano é o maior da história, quase R$ 94,8 milhões, porém R$ 3 milhões já constam na reserva de contingência e não poderão ser utilizados.
Caso Bolsonaro
A ministra Luiza Bairros foi a convidada de hoje do programa "Bom dia, ministro" produzido pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom) em parceria com a EBC Serviços, onde apresentou a campanha “Igualdade Racial é para valer”, lançada no último dia 21 de março, dia internacional pela eliminação da discriminação racial, e criticou as declarações do deputado Bolsonaro (PP-RJ), que associou as mulheres negras como promiscuidade, pedindo "firmeza" no posicionamento da Câmera dos Depuatados, nesse que qualificou como um "caso explícito de racismo".
Da Redação - Correio Nagô
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Este blog quer dar visibilidade e proporcionar a reflexão sobre cultura do Território Piemonte Norte do Itapicuru.
Para garantir que sua visita seja proveitosa e agradável, disponibilizamos abaixo algumas orientações, para evitar que você tenha dificuldade de acesso às informações.
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>Para acompanhar a agenda cultural do território, vá ao campo Agenda Cultural na parte inferior do blog;
Para encaminhar informações ou sugestões envie email para carlalidiane@yahoo.com.br
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sexta-feira, 1 de abril de 2011
Campo Formoso e Jaguarari participam de oficina de capacitação do Cine Mais Cultura
Com a concentração de salas comerciais de cinema em apenas 8% do território nacional e a quantidade muito reduzida de obras audiovisuais brasileiras na TV, a maioria dos filmes produzidos no país permanecem inéditos para grande parte de sua população.
Norteado por demandas apresentadas em diálogos com a sociedade civil, o Ministério da Cultura, sob orientação do Programa Mais Cultura, promove a ação Cine Mais Cultura. Através de editais e parcerias diretas, a iniciativa disponibiliza equipamento audiovisual de projeção digital, obras brasileiras do catálogo da Programadora Brasil e oficina de capacitação cineclubista, atendendo prioritariamente periferias de grandes centros urbanos e municípios, de acordo com os indicadores utilizados pelo Programa Territórios da Cidadania.
Os editais têm como foco pessoas jurídicas sem fins lucrativos e, conforme seus objetos, visam contemplar entidades tais como bibliotecas comunitárias, pontos de cultura, associações de moradores ou até mesmo escolas e universidades da rede pública bem como prefeituras, sempre com o objetivo de favorecer o encontro e a integração do público brasileiro com a produção audiovisual de seu país.
Além de contribuir para a formação de platéias e o fomento do pensamento crítico, tendo como principal base obras audiovisuais brasileiras, o Cine Mais Cultura inaugura o Circuito Brasil, primeiro banco de dados habilitado a contabilizar o público do circuito não-comercial do país, capaz de emitir relatórios por filme, por unidade da federação, entre outros recortes.
Território Piemonte Norte do Itapicuru foi contemplado com dois prêmios.
A Associação Comunitária Quilombola do Quilombo de São Tomé, em Campo Formoso e o Centro de Cultura e Assistência Social da Paróquia de Jaguarari participarão nos dias 02 a 04 de abril em salvador de uma oficna de capacitação para dois membros de cada organização sobre o manuseio dos equipamentos e a forma de melhor exibir os 104 filmes recebidos para garantir exibiçãlo semanal em suas comunidades e iniciar a exibição.
Norteado por demandas apresentadas em diálogos com a sociedade civil, o Ministério da Cultura, sob orientação do Programa Mais Cultura, promove a ação Cine Mais Cultura. Através de editais e parcerias diretas, a iniciativa disponibiliza equipamento audiovisual de projeção digital, obras brasileiras do catálogo da Programadora Brasil e oficina de capacitação cineclubista, atendendo prioritariamente periferias de grandes centros urbanos e municípios, de acordo com os indicadores utilizados pelo Programa Territórios da Cidadania.
Os editais têm como foco pessoas jurídicas sem fins lucrativos e, conforme seus objetos, visam contemplar entidades tais como bibliotecas comunitárias, pontos de cultura, associações de moradores ou até mesmo escolas e universidades da rede pública bem como prefeituras, sempre com o objetivo de favorecer o encontro e a integração do público brasileiro com a produção audiovisual de seu país.
Além de contribuir para a formação de platéias e o fomento do pensamento crítico, tendo como principal base obras audiovisuais brasileiras, o Cine Mais Cultura inaugura o Circuito Brasil, primeiro banco de dados habilitado a contabilizar o público do circuito não-comercial do país, capaz de emitir relatórios por filme, por unidade da federação, entre outros recortes.
Território Piemonte Norte do Itapicuru foi contemplado com dois prêmios.
A Associação Comunitária Quilombola do Quilombo de São Tomé, em Campo Formoso e o Centro de Cultura e Assistência Social da Paróquia de Jaguarari participarão nos dias 02 a 04 de abril em salvador de uma oficna de capacitação para dois membros de cada organização sobre o manuseio dos equipamentos e a forma de melhor exibir os 104 filmes recebidos para garantir exibiçãlo semanal em suas comunidades e iniciar a exibição.
quinta-feira, 31 de março de 2011
Sociedade 25 de Janeiro festeja 144 anos de fundação
Prefeitura Municipal de Senhor do Bonfim
Praça Juracy Magalhães, 126 – Telefax (74) 3541-4513 / 3541-8329
CNPJ Nº 13.988.308/0001-39
CEP 48.970-0005/72009 – www.senhordobonfim.ba.gov.br – Senhor do Bonfim – BA
27.01.2011
Sociedade 25 de Janeiro festeja 144 anos de fundação
A Sociedade 25 de Janeiro estará promovendo no dia (29/01) mais uma grande festa em comemoração aos seus 144 anos. Fundada por Euclides da Silva Duarte, em 1867, a Sociedade 25 de Janeiro viveu até os dias atuais uma história de farta representação da sociedade bonfinense. É anterior à chegada do trem de ferro na cidade e região. Sua fundação se deu antes também da Proclamação da República, da Guerra de Canudos e do Surgimento de Virgulino Ferreira da Silva.
Apesar da amplitude de suas instalações, o clube perdeu importância para a sociedade moderna e os novos hábitos exigentes de instalações ainda mais amplas e confortáveis. A localização no centro vital de Senhor do Bonfim mantém muito do seu charme e tradição e seus salões ainda são ideais para grandes reuniões sociais. Por portar toda essa exuberância histórica, a “25” resiste e se mantém.
Anos 60 – Como parte da comemoração de quase um século e meio haverá no clube um show no próximo sábado 29/01, como informa o atual presidente Geraldo de Adrande Silva. “Será um festejo para os amantes da boa música”. Estão sendo anunciados: repertório seleto de canções dos anos 60, legítimas expressões da MPB e show com o cantor Tony Silva e Banda, com participações de Niltom Lopes e Souza Filho. Sorteios e prêmios são anunciados para contemplar os participantes.
Governo Cuidando da Nossa Gente
Assessoria de Comunicação Social
Praça Juracy Magalhães, 126 – Telefax (74) 3541-4513 / 3541-8329
CNPJ Nº 13.988.308/0001-39
CEP 48.970-0005/72009 – www.senhordobonfim.ba.gov.br – Senhor do Bonfim – BA
27.01.2011
Sociedade 25 de Janeiro festeja 144 anos de fundação
A Sociedade 25 de Janeiro estará promovendo no dia (29/01) mais uma grande festa em comemoração aos seus 144 anos. Fundada por Euclides da Silva Duarte, em 1867, a Sociedade 25 de Janeiro viveu até os dias atuais uma história de farta representação da sociedade bonfinense. É anterior à chegada do trem de ferro na cidade e região. Sua fundação se deu antes também da Proclamação da República, da Guerra de Canudos e do Surgimento de Virgulino Ferreira da Silva.
Apesar da amplitude de suas instalações, o clube perdeu importância para a sociedade moderna e os novos hábitos exigentes de instalações ainda mais amplas e confortáveis. A localização no centro vital de Senhor do Bonfim mantém muito do seu charme e tradição e seus salões ainda são ideais para grandes reuniões sociais. Por portar toda essa exuberância histórica, a “25” resiste e se mantém.
Anos 60 – Como parte da comemoração de quase um século e meio haverá no clube um show no próximo sábado 29/01, como informa o atual presidente Geraldo de Adrande Silva. “Será um festejo para os amantes da boa música”. Estão sendo anunciados: repertório seleto de canções dos anos 60, legítimas expressões da MPB e show com o cantor Tony Silva e Banda, com participações de Niltom Lopes e Souza Filho. Sorteios e prêmios são anunciados para contemplar os participantes.
Governo Cuidando da Nossa Gente
Assessoria de Comunicação Social
Que são os territórios?
O que são Territórios?
Por: Maria Karina
A palavra território refere-se a uma área delimitada sob a posse de um animal, de uma pessoa (ou grupo de pessoas), de uma organização ou de uma instituição. O termo é empregado na política (referente ao Estado Nação, por exemplo), na biologia (área de vivência de uma espécie animal) e na psicologia (ações de animais ou indivíduos para a defesa de um espaço, por exemplo). Há vários sentidos figurados para a palavra território, mas todos compartilham da idéia de apropriação de uma parcela geográfica por um indivíduo ou uma coletividade e etc.
Territórios de Identidade
O conceito de territórios de identidade foi criado pelo revolucionário geógrafo Milton Santos, um dos maiores pensadores "baiano-brasileiros" de todos os tempos. Ele elaborou um conceito de território geográfico vivo e dinâmico, como um espaço ocupado e transformado, "indivisível dos seres humanos e de suas ações".
A identidade cultural é entendida aqui como o conjunto de elementos que configuram a fisionomia de um determinado território, elementos esses que resultam do processo sócio-histórico de ocupação da região, das suas tecnologias produtivas, formas de sociabilidade, convívio e produção material e imaterial.
Integram esse vasto mosaico da ação humana nesses ambientes os patrimônios histórico, artístico, cultural e ambiental. Tal identidade é entendida não como um conceito museológico, estático, mas como um vivo e regular processo de intercâmbio, de trocas e assimilações, resultando no sincretismo que carrega, de um lado para o outro, de uma região para outra, pessoas e signos que se aculturam, refazem e ressurgem ao lado de expressões tradicionais em seus novos espaços de inserção.
O programa Territórios de Identidade, inspirado nesse conceito, é o mais acertado programa governamental dos últimos anos, pois assimila princípios básicos da democratização das políticas públicas como a descentralização das decisões, a regionalização das ações e a co-responsabilidade na aplicação de recursos, e na execução e avaliação de projetos. Com este modelo existe maior possibilidade de se atender as verdadeiras demandas evitando a proliferação de “elefantes brancos”.
Nesse modelo, a Bahia foi sub-dividida em 26 territórios de identidade, e as ações do programa alcançam a participação efetiva de representantes territoriais nos mais variados campos de ação.
Além disso, o programa está ressuscitando a idéia de que é preciso trabalhar com uma visão multi setorial, interdisciplinar e em conjunto com as bases sociais. A escolha democrática através do voto de pessoas comprometidas para fazerem parte do colegiado dos territórios é um passo fundamental para que haja um verdadeiro avanço nas políticas públicas e um promissor modelo de desenvolvimento justo e sustentável para a sociedade e o planeta.
Território da Cidadania
Além do território de identidade, existem os Territórios da Cidadania, ou seja, territórios de identidade com maior índice de pobreza – menor IDH, onde há prioridade para a aplicação de recursos e o desenvolvimento de ações transversalizadas nos diversos níveis de governo e da administração pública.
.Espera –se que os recursos destinados a estes territórios sejam realmente aplicados nas prioridades de inclusão social dessas regiões, e que esse processo seja transparente para que possa ser fiscalizado por todos os cidadãos.
.Esses recursos devem ser investidos, prioritariamente, em projetos estruturantes voltados para a melhoria da qualidade de vida de moradores de periferiais, pequenos agricultores, quilombolas, índios, pescadores, e o fomento a inclusão social, arte, educação, cultura, comunicação e meio ambiente.
Visibilidade e participação são qualidades de uma territorialidade que se apodera de seu próprio destino, e que participa, políticamente, da construção do seu modelo de desenvolvimento. A sociedade civil organizada deve atuar de forma destacada nesse processo, se fazendo representar em todas as áreas, envolvendo a universidade, as Ong´s ambientalistas, sindicatos, cooperativas, os agricultores, os artistas e os movimentos sociais.
Esperamos que esses mecanismos de participação sejam consolidados pelo governo e a sociedade como uma rotina de trabalho conjunto, independente das urnas e do calendário político. Reuniões, seminários, consultas e editais públicos constroem uma nova rotina de participação da sociedade civil num regime de co-responsabilidade social.
Por: Maria Karina
A palavra território refere-se a uma área delimitada sob a posse de um animal, de uma pessoa (ou grupo de pessoas), de uma organização ou de uma instituição. O termo é empregado na política (referente ao Estado Nação, por exemplo), na biologia (área de vivência de uma espécie animal) e na psicologia (ações de animais ou indivíduos para a defesa de um espaço, por exemplo). Há vários sentidos figurados para a palavra território, mas todos compartilham da idéia de apropriação de uma parcela geográfica por um indivíduo ou uma coletividade e etc.
Territórios de Identidade
O conceito de territórios de identidade foi criado pelo revolucionário geógrafo Milton Santos, um dos maiores pensadores "baiano-brasileiros" de todos os tempos. Ele elaborou um conceito de território geográfico vivo e dinâmico, como um espaço ocupado e transformado, "indivisível dos seres humanos e de suas ações".
A identidade cultural é entendida aqui como o conjunto de elementos que configuram a fisionomia de um determinado território, elementos esses que resultam do processo sócio-histórico de ocupação da região, das suas tecnologias produtivas, formas de sociabilidade, convívio e produção material e imaterial.
Integram esse vasto mosaico da ação humana nesses ambientes os patrimônios histórico, artístico, cultural e ambiental. Tal identidade é entendida não como um conceito museológico, estático, mas como um vivo e regular processo de intercâmbio, de trocas e assimilações, resultando no sincretismo que carrega, de um lado para o outro, de uma região para outra, pessoas e signos que se aculturam, refazem e ressurgem ao lado de expressões tradicionais em seus novos espaços de inserção.
O programa Territórios de Identidade, inspirado nesse conceito, é o mais acertado programa governamental dos últimos anos, pois assimila princípios básicos da democratização das políticas públicas como a descentralização das decisões, a regionalização das ações e a co-responsabilidade na aplicação de recursos, e na execução e avaliação de projetos. Com este modelo existe maior possibilidade de se atender as verdadeiras demandas evitando a proliferação de “elefantes brancos”.
Nesse modelo, a Bahia foi sub-dividida em 26 territórios de identidade, e as ações do programa alcançam a participação efetiva de representantes territoriais nos mais variados campos de ação.
Além disso, o programa está ressuscitando a idéia de que é preciso trabalhar com uma visão multi setorial, interdisciplinar e em conjunto com as bases sociais. A escolha democrática através do voto de pessoas comprometidas para fazerem parte do colegiado dos territórios é um passo fundamental para que haja um verdadeiro avanço nas políticas públicas e um promissor modelo de desenvolvimento justo e sustentável para a sociedade e o planeta.
Território da Cidadania
Além do território de identidade, existem os Territórios da Cidadania, ou seja, territórios de identidade com maior índice de pobreza – menor IDH, onde há prioridade para a aplicação de recursos e o desenvolvimento de ações transversalizadas nos diversos níveis de governo e da administração pública.
.Espera –se que os recursos destinados a estes territórios sejam realmente aplicados nas prioridades de inclusão social dessas regiões, e que esse processo seja transparente para que possa ser fiscalizado por todos os cidadãos.
.Esses recursos devem ser investidos, prioritariamente, em projetos estruturantes voltados para a melhoria da qualidade de vida de moradores de periferiais, pequenos agricultores, quilombolas, índios, pescadores, e o fomento a inclusão social, arte, educação, cultura, comunicação e meio ambiente.
Visibilidade e participação são qualidades de uma territorialidade que se apodera de seu próprio destino, e que participa, políticamente, da construção do seu modelo de desenvolvimento. A sociedade civil organizada deve atuar de forma destacada nesse processo, se fazendo representar em todas as áreas, envolvendo a universidade, as Ong´s ambientalistas, sindicatos, cooperativas, os agricultores, os artistas e os movimentos sociais.
Esperamos que esses mecanismos de participação sejam consolidados pelo governo e a sociedade como uma rotina de trabalho conjunto, independente das urnas e do calendário político. Reuniões, seminários, consultas e editais públicos constroem uma nova rotina de participação da sociedade civil num regime de co-responsabilidade social.
Wagner Moura ganha prêmio na APCA
Wagner Moura foi exaltado como um dos grandes nomes do cinema nacional durante a
premiação da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA), realizada na terça-feira (29),
em São Paulo. O baiano recebeu o prêmio de melhor ator de cinema por sua atuação no
longa-metragem "Tropa de Elite 2", de José Padilha. “É bacana ver que o cinema brasileironão faz mais filmes idiotas”, afirmou o ator durante a cerimônia.
Wagner já havia recebido um prêmio APCA há três anos. Na ocasião, ele levou o troféu de
melhor ator de televisão por seu trabalho na novela "Paraíso Tropical" (2007), em que
interpretou o vilão Olavo.
Confira a lista completa de premiados:
Arquitetura
Obra de Arquitetura em São Paulo: CEU Guarulhos Pimentas, Guarulhos/SP. Arquitetos:
Mario Biselli e Arthur Katchborian
Obra de Arquitetura no Brasil: Sede do Sebrae Brasília, Brasília/ DF. Arquitetos: Álvaro
Puntoni, Luciano Margotto Soares, Jonathan Davies e João Sodré
Obra de Arquitetura no Exterior: Museu da Memória e dos Direitos Humanos, Santiago do
Chile, Chile. Arquitetos: Mario Figueroa, Lucas Fehr e Carlos Dias.
Artes visuais
Grande Prêmio da Crítica: Regina Silveira
Exposição Internacional – "Max Ernst" (MASP)
Exposição: "Arte e espiritualidade" (Mosteiro de São Bento)
Obra Gráfica: Alexandre Wollner – "Cartazes" (Sesc Pinheiros)
Destaque do Ano: Henrique Oliveira
Retrospectiva: Antonio Dias - Pinacoteca
Iniciativa Cultural: Bienal de São Paulo e Polo de Arte Contemporânea
Cinema
Filme: "Antes que o mundo acabe"
Documentário: "Terra deu, terra come", de Rodrigo Siqueira
Diretora: Laís Bodansky, por "As melhores coisas do mundo"
Fotografia: Mauro Pinheiro Jr., por "Os famosos e os duendes da morte"
Roteiro: Luis Bolognesi, por "As melhores coisas do mundo"
Ator: Wagner Moura, por "Tropa de elite 2"
Atriz: Ana Paula Arósio, por "Como esquecer"
Dança
Modelo de Curadoria em Dança: Festival Panorama Sesi de Dança/Christine Greiner
Percurso em Dança: 20 Anos da Lia Rodrigues Cia. de Danças/Pororoca
Pesquisa em Dança: Marta Soares, por “Vestígios”
Melhor Intérprete: Marina Salgado/Cia. Mauricio de Oliveira e Siameses, por “Jardim
noturno”
Melhor Criador – Intérprete: Zélia Monteiro, por “Seis estudos para flutuar”
Melhor Iniciativa em Dança: Projeto Dança para Crianças/Renata Bittencourt e Georgia
Lengos/Balagandanças
Modelo de Espaço de Difusão de Dança: Lugar/João Andreazzi
Literatura
Romance: “Minha mãe se matou sem dizer adeus” (Record), de Evandro Affonso Ferreira
Ensaio/Crítica: “Ideologia e contra ideologia”(Cia. Das Letras), de Alfredo Bosi
Infanto-Juvenil: “Sou eu!” e “O nervo da noite” (Scipione), de João Gilberto Noll
Poesia: “A duração do dia” (Record), de Adélia Prado
Contos/Crônicas/Reportagens: “Ficção interrompida” (Ateliê), de Diógenes Moura
Biografia: “Memórias de um historiador de domingo” (Cia. Das Letras), de Boris Fausto
Tradução: Paulo César de Souza por “Obras completas” de Sigmund Freud
Música popular
Grande Prêmio da Crítica: Inezita Barroso – homenagem pelo conjunto da obra
Disco: Arnaldo Antunes – “Ao vivo lá em casa”
Cantora: Teresa Cristina
Cantor: Martinho da Vila
Show: Silvia Machete
Melhor Projeto Musical: Som Brasil (TV Globo)
Revelação: Karina Buhr
Música erudita
Grande Prêmio – Almeida Prado (em memória)
Gravação: Fabio Cury, "Música brasileira para fagote e orquestra”
Destaque da Ópera: Cia. Brasileira de Ópera
Grupo Musical: Filarmônica de Minas Gerais
Regente: Roberto Tibiriçá
Revelação: Vítor Garbelotto pelo CD "Obra integral para violão solo, de Radamés Gnattali”
Música Contemporânea: Camerata Aberta
Rádio
Grande Prêmio da Crítica: CBN Esporte Clube – pelos 10 anos em defesa da ética no
esporte
Programa Infantil: Assobio 49 – USP FM
Revelação: Segunda-Feira sem Lei – Transamérica Pop
Internet: Momento Maia – Rádio Uol
Humor: Jackson Five – Mix FM
Melhor cobertura jornalística: Eldorado/ESPN – cobertura da Copa do Mundo
Prêmio Especial do Júri: Tenho uma Banda – Rádio Ufscar (Univers. Fed. De São Carlos)
Teatro
Grande Prêmio da Crítica: Antunes Filho, pela inestimável contribuição ao teatro brasileiro
Espetáculo: "12 Homens e uma sentença"
Diretor: Rodolfo García Vazquez (por “Roberto Zucco”)
Autor: Samir Yazbek (por “As folhas do cedro”)
Ator: Danilo Grangheia (por “Êxodos – o eclipse da terra”)
Atriz: Bel Kovarick (por “Dueto para um")
Prêmio Especial: “O idiota” (pela realização do projeto)
Teatro infantil
Espetáculo Infantil: “Circo de pulgas”, da Cia. Circo de Bonecos
Espetáculo Jovem: “Música para cortar os pulsos”, do Empório de Teatro Sortido
Direção: “Espoleta”, de Marcelo Romagnoli
Adaptação: “A mulher que matou os peixes e outros bichos”, adaptado por Isabel Muniz
Elenco: “O bobo do rei”, da Cia. Vagalum Tum Tum
Direção de Arte: “Quem tem medo de curupira?”, Duda Arruk
Figurino: “O soldadinho e a bailarina”, Gabriel Villela
premiação da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA), realizada na terça-feira (29),
em São Paulo. O baiano recebeu o prêmio de melhor ator de cinema por sua atuação no
longa-metragem "Tropa de Elite 2", de José Padilha. “É bacana ver que o cinema brasileironão faz mais filmes idiotas”, afirmou o ator durante a cerimônia.
Wagner já havia recebido um prêmio APCA há três anos. Na ocasião, ele levou o troféu de
melhor ator de televisão por seu trabalho na novela "Paraíso Tropical" (2007), em que
interpretou o vilão Olavo.
Confira a lista completa de premiados:
Arquitetura
Obra de Arquitetura em São Paulo: CEU Guarulhos Pimentas, Guarulhos/SP. Arquitetos:
Mario Biselli e Arthur Katchborian
Obra de Arquitetura no Brasil: Sede do Sebrae Brasília, Brasília/ DF. Arquitetos: Álvaro
Puntoni, Luciano Margotto Soares, Jonathan Davies e João Sodré
Obra de Arquitetura no Exterior: Museu da Memória e dos Direitos Humanos, Santiago do
Chile, Chile. Arquitetos: Mario Figueroa, Lucas Fehr e Carlos Dias.
Artes visuais
Grande Prêmio da Crítica: Regina Silveira
Exposição Internacional – "Max Ernst" (MASP)
Exposição: "Arte e espiritualidade" (Mosteiro de São Bento)
Obra Gráfica: Alexandre Wollner – "Cartazes" (Sesc Pinheiros)
Destaque do Ano: Henrique Oliveira
Retrospectiva: Antonio Dias - Pinacoteca
Iniciativa Cultural: Bienal de São Paulo e Polo de Arte Contemporânea
Cinema
Filme: "Antes que o mundo acabe"
Documentário: "Terra deu, terra come", de Rodrigo Siqueira
Diretora: Laís Bodansky, por "As melhores coisas do mundo"
Fotografia: Mauro Pinheiro Jr., por "Os famosos e os duendes da morte"
Roteiro: Luis Bolognesi, por "As melhores coisas do mundo"
Ator: Wagner Moura, por "Tropa de elite 2"
Atriz: Ana Paula Arósio, por "Como esquecer"
Dança
Modelo de Curadoria em Dança: Festival Panorama Sesi de Dança/Christine Greiner
Percurso em Dança: 20 Anos da Lia Rodrigues Cia. de Danças/Pororoca
Pesquisa em Dança: Marta Soares, por “Vestígios”
Melhor Intérprete: Marina Salgado/Cia. Mauricio de Oliveira e Siameses, por “Jardim
noturno”
Melhor Criador – Intérprete: Zélia Monteiro, por “Seis estudos para flutuar”
Melhor Iniciativa em Dança: Projeto Dança para Crianças/Renata Bittencourt e Georgia
Lengos/Balagandanças
Modelo de Espaço de Difusão de Dança: Lugar/João Andreazzi
Literatura
Romance: “Minha mãe se matou sem dizer adeus” (Record), de Evandro Affonso Ferreira
Ensaio/Crítica: “Ideologia e contra ideologia”(Cia. Das Letras), de Alfredo Bosi
Infanto-Juvenil: “Sou eu!” e “O nervo da noite” (Scipione), de João Gilberto Noll
Poesia: “A duração do dia” (Record), de Adélia Prado
Contos/Crônicas/Reportagens: “Ficção interrompida” (Ateliê), de Diógenes Moura
Biografia: “Memórias de um historiador de domingo” (Cia. Das Letras), de Boris Fausto
Tradução: Paulo César de Souza por “Obras completas” de Sigmund Freud
Música popular
Grande Prêmio da Crítica: Inezita Barroso – homenagem pelo conjunto da obra
Disco: Arnaldo Antunes – “Ao vivo lá em casa”
Cantora: Teresa Cristina
Cantor: Martinho da Vila
Show: Silvia Machete
Melhor Projeto Musical: Som Brasil (TV Globo)
Revelação: Karina Buhr
Música erudita
Grande Prêmio – Almeida Prado (em memória)
Gravação: Fabio Cury, "Música brasileira para fagote e orquestra”
Destaque da Ópera: Cia. Brasileira de Ópera
Grupo Musical: Filarmônica de Minas Gerais
Regente: Roberto Tibiriçá
Revelação: Vítor Garbelotto pelo CD "Obra integral para violão solo, de Radamés Gnattali”
Música Contemporânea: Camerata Aberta
Rádio
Grande Prêmio da Crítica: CBN Esporte Clube – pelos 10 anos em defesa da ética no
esporte
Programa Infantil: Assobio 49 – USP FM
Revelação: Segunda-Feira sem Lei – Transamérica Pop
Internet: Momento Maia – Rádio Uol
Humor: Jackson Five – Mix FM
Melhor cobertura jornalística: Eldorado/ESPN – cobertura da Copa do Mundo
Prêmio Especial do Júri: Tenho uma Banda – Rádio Ufscar (Univers. Fed. De São Carlos)
Teatro
Grande Prêmio da Crítica: Antunes Filho, pela inestimável contribuição ao teatro brasileiro
Espetáculo: "12 Homens e uma sentença"
Diretor: Rodolfo García Vazquez (por “Roberto Zucco”)
Autor: Samir Yazbek (por “As folhas do cedro”)
Ator: Danilo Grangheia (por “Êxodos – o eclipse da terra”)
Atriz: Bel Kovarick (por “Dueto para um")
Prêmio Especial: “O idiota” (pela realização do projeto)
Teatro infantil
Espetáculo Infantil: “Circo de pulgas”, da Cia. Circo de Bonecos
Espetáculo Jovem: “Música para cortar os pulsos”, do Empório de Teatro Sortido
Direção: “Espoleta”, de Marcelo Romagnoli
Adaptação: “A mulher que matou os peixes e outros bichos”, adaptado por Isabel Muniz
Elenco: “O bobo do rei”, da Cia. Vagalum Tum Tum
Direção de Arte: “Quem tem medo de curupira?”, Duda Arruk
Figurino: “O soldadinho e a bailarina”, Gabriel Villela
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