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segunda-feira, 15 de agosto de 2011

A importância da democratização do apoio público por meio dos editais


A era do apoio público tirado do fundo da gaveta aos mais queridos e simpáticos ao secretário de cultura, definitivamente acabou.
Inaugurando um modelo democrático de gestão pública, o Governo Lula, através do Ministério da Cultura, gestão Gil e Juca Ferreira, deixaram viúvos os viciados em "puxar o saco" do amigo secretário para usufruir das benécies dos mecanismos públicos de fomento à Cultura no Brasil.
A patir de 2007, o Estado da Bahia, com a gestão Márcio Meirelles, adere ao modelo de gestão aplicado pelo Governo Federal (MinC), e possibilita a participação de todos, efetivamente todos, nos editais publicados durante os quatro anos da primeira gestão Jaques Wagner (2007-2010). Esse ano, dando continuidade e aprimorando ainda mais a política cultural desenvolvida no Estado da Bahia, a Secretaria de Cultura do Estado, gerida pelo professor Albino Rubim, apoiado por suas Superintendências e Unidades vinculadas trabalham na simplificação dos processos com vistas a ampliar e democratizar ainda mais o apoio público à todos os artistas e produtores baianos dentro da sua capacidade orçamentária.
Os Editais de incentivo à cultura, uma das formas mais republicanas que conhecemos até então, não deve ser mero capricho do gestor em aplicá-los ou não numa administração pública. Significa transparência ao processo de patrocínio à projetos culturais. Porque entendemos que, o recurso sendo público, a todos pertence, independente da vontade do secretário de um governo, ou de estrutura político-partidária.
Em 2009 e 2010, o município de Jequié, em ação pioneira no interior baiano, investiu mais de 300 mil reais em cultura por meio de editais públicos, mesmo diante da demasiada burocracia e interesses políticos contrários enfrentados pelo órgão municipal. A partir do mecanismo de editais, o produtor ou iniciativa cultural deixa de ser escolhida a dedo pelo secretário, e sim, por uma comissão de pessoas de notória atuação no campo da cultura, como vinha sendo praticado em Jequié, como deveria está sendo feito em Jequié. (Alysson Andrade)
Da redação: Alysson Andrade às 18:53:00 0 comentários
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Gestores públicos debatem formas de apresentar a Cultura brasileira na Copa do Mundo


A Cultura deve ser encarada como elemento estratégico na divulgação da imagem do Brasil durante os jogos da Copa do Mundo de Futebol. Deve ocupar papel central nas discussões que estão sendo realizadas na elaboração do plano de ação governamental durante o megaevento esportivo.
A opinião foi defendida pelo secretário de Articulação Institucional do Ministério da Cultura (MinC), João Roberto Peixe, durante a Mesa Relação Federativa e Sociedade para a Copa 2014, realizada na tarde da última sexta-feira (12), dentro das atividades do Seminário Intercâmbio de Experiências Culturais em Megaeventos Esportivos, promovido pelo MinC, em Brasília, nos dias 11 e 12 de agosto.
O secretário destacou a importância de se fazer uma ampla abordagem das expressões culturais do país, com enfoque na diversidade, procurando evitar passar uma imagem reducionista da Cultura brasileira, bem como buscar mecanismos de interação dessa diversidade com a economia da cultura. (Ascom/MinC)
Da redação: Alysson Andrade às 11:19:00 0 comentários
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De: "Vinicius Santos" [Adicionar Contato] Para: rita.clementina@cultura.ba.gov.br [Adicionar Contato] (Mais) Data: 15/08/2011 14:20 (01:11 horas atrás) Assunto Agenda de Conferencia - Piemonte do Paraguaçu Conferências Municipais de Cultura do Piemonte do Paraguaçu

Agosto



Piritiba 25 e 26/08
CARAVANA FUNCEB 28/08

Mundo Novo 30/08

Tapiramutá 31/08


Setembro


Boa Vista do Tupim 02/09

Itaberaba 03/09
Santa Terezinha 13 e 14/09

Miguel Calmon 22/09

Rafael Jambeiro 24/09
Itatim 23/09

Ruy Barbosa 30/09

Ibiquera Adiado para setembro

Conferencia Territorial 16 e 17 out


Vinícius Galvão Santos
Representante Territorial de Cultura/SECULT-BA
75 9921 9045
75 9137 3829
75 3251 1719 - DIREC
75 3251 3877 - DIREC

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Cultura e Desenvolvimento: perspectivas políticas e econômicas, organizado por Alexandre Barbalho, Lia Calabre, Paulo Miguez e Renata Rocha



Está disponível o décimo livro integrante da Coleção Cult, do Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura. Publicado pela Editora da Universidade Federal da Bahia (EDUFBA), esta obra é fruto do grupo de trabalho Cultura e Desenvolvimento, que aconteceu durante o XIV Encontro de Ciências Sociais do Norte e Nordeste (CISO), realizado pela Fundação Joaquim Nabuco em Recife, em setembro de 2009.


A partir de uma perspectiva multidisciplinar, este grupo de trabalho teve como objetivo refletir sobre as políticas públicas e seu papel no desenvolvimento das sociedades contemporâneas. As discussões envolveram a presença do Estado na execução e formulação das políticas públicas culturais, assim como a sociedade civil e os movimentos sociais.


O livro reúne artigos pesquisadores de instituições de diversas universidades brasileiras. São eles: Alexandre Barbalho; Lia Calabre; Paulo Miguez; Renata Rocha; Leonardo Costa; Maurício Siqueira; João Luiz Pereira Domingues; Victor Neves de Souza; Paula Félix dos Reis; Daniele Canedo; Linda Rubim; Aline Gomes Holanda; Bárbara M. Duarte da Silva; e Antônio Albino Canelas Rubim, atual Secretário da Cultura da Bahia.



Onde encontrar: http://www.edufba.ufba.br/onde-encontrar/

Setor Comercial EDUFBA: (71) 3283-6164



Informações adicionais sobre o livro

ISBN: 978-85-232-0812-7

Ano: 2011

Formato: 16,3 x 22,8 cm

Número de páginas: 287

Preço: R$ 30,00


Ser tão baiano.jpg


Ser-Tão Baiano: o lugar da sertanidade na configuração da identidade baiana, de Cláudia Pereira Vasconcelos



O livro Ser-Tão Baiano: o lugar da sertanidade na configuração da identidade baiana, de Cláudia Pereira Vasconcelos, publicado pela Editora da Universidade Federal da Bahia (EDUFBA) já está disponível. Nesta obra, a autora investiga o conceito de baianidade, centrado, sobretudo, na cidade de Salvador e em seu Recôncavo.


Ser-Tão Baiano problematiza a visão da “cultura baiana” amplamente divulgada pelas agências de políticas culturais do estado. Apesar da diversidade de expressões culturais, associadas à diversidade ambiental e sócio-econômica, a cultura sertaneja ainda é renegada pela maioria.


Desta forma, esta obra compreende a ideia de sertão e os possíveis motivos para a negação de uma tradição sertaneja na Bahia. Tem a obra de Jorge Amado como referência para a construção da ideia de baianidade, o autor Gilberto Freyre como referência da nordestinidade e, por fim, o trabalho de Eurico Alves como principal discurso de afirmação da sertanidade.



Onde encontrar: http://www.edufba.ufba.br/onde-encontrar/

Setor Comercial EDUFBA: (71) 3283-6164



Informações adicionais sobre o livro

ISBN: 978-85-232-0802-8

Ano: 2011

Formato: 17 x 24 cm

Número de páginas: 141

Preço: R$ 25,00


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Laryne Nascimento

Assessoria de Comunicação

Editora da Universidade Federal da Bahia

Telefone e fax: (71) 3283-6160

www.edufba.ufba.br | imprensaedufba@ufba.br