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quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Mais um ano de sucesso

Após a emocionante apresentação do genial Moraes Moreira, em setembro, e do sucesso do encontro da banda Jammil, na abertura da temporada 2010 do Música Falada em agosto, agora é a vez do mestre baiano Caetano Veloso subir ao palco do Teatro Castro Alves. Criado em 2007, o Música Falada tem como proposta dar aos artistas espaço para falar direto com os fãs a sua trajetória, revelando histórias curiosas, além de tocar canções favoritas que marcaram tanto um quanto o outro.

O Música Falada conta com direção musical de Jonga Cunha, direção artística de Fernando GuerreiroedireçãogeraldeAndré Simões. O trio é também o responsável pela apresentação e condução do espetáculo, com altas doses de bom humor. Com o temaVocê Precisa Viver,oprojeto, realizado pelo Roda Baiana, mantém a mesma estrutura dos anos anteriores, com o convidado se apresentando comumabandareduzida, intercalando suas opiniões sobre assuntos diversos de forma descontraída e, de presente ao público, cantando alguns sucessos marcantes.

Sustentabilidade Outro destaque desta temporada é o foco na sustentabilidade, presente no cenário. Para isso, foram usadas 18 mil tampas de garrafa pet coloridas e duas mil garrafas pet transparentes. O piso do centro do palco é composto de ladrilho hidráulico com madeira de demolição. Também são usados 120 metros de tubo de PVC para comporo fundo do palco, além de papel de folha de bananeira para as lâmpadas.

Aprimeira versãodoMúsica Falada aconteceu em 2007 no Teatro Acbeu, no Corredor da Vitória. Ivete Sangalo, Saulo Fernandes (Banda Eva) e Daniela Mercury acreditaram na proposta e abriram o projeto.

Oevento fez tanto sucessoque, no ano seguinte, foi transferido do Acbeu, com capacidade para 400 pessoas, para o TCA, acomodando 1.500 fãs.

Em 2008, apresentaram-se Durval Lélys (Asa de Águia), Carlinhos Brown, em uma apresentação histórica, e Bell Marques (Chiclete com Banana), que tocou pela primeira vez no TCA. Em 2009, foi a vez de viverem momentos inesquecíveis Margareth Menezes, Gilberto Gil e Marcelo Nova (ex-Camisa de Vênus).

A Tarde

Videoconferência sobre Sistema de Cultura acontece amanhã

Local: Colégio Estadual de Senhor do Bonfim das 9:00h às 12:00h.

Ministério da Cultura lança novos editais para circo, dança, teatro, artes visuais e música

05 de Novembro de 2010

O Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura e da Fundação Nacional de Artes, acaba de lançar novos editais para a seleção de projetos de circo, dança, teatro, artes visuais e música. O investimento total é de R$ 48 milhões.

O Prêmio ProCultura de Estímulo ao Circo, Dança e Teatro é o que conta com maior orçamento. Serão R$ 22,2 milhões para a premiação de 197 projetos nas categorias Produção Artística, Programação de Espaços Cênicos e Substituição de Lona Circense e/ou Acessórios.

Para as Artes Visuais, serão destinados R$ 14 milhões. O Prêmio ProCultura de Estímulo às Artes Visuais contempla projetos que visam à instalação ou ampliação de bibliotecas; publicação de periódicos e revistas sobre artes visuais; pesquisa de acervos artísticos e apoio à aquisição de obras representativas das artes visuais brasileiras.

Na área de Música, foram publicados três editais com investimentos que chegam a R$ 11,8 milhões. O Prêmio ProCultura de Apoio a Festivais e Mostras de Música vai contemplar 60 projetos com R$ 5,8 milhões. O Prêmio ProCultura de Apoio à Banda de Música reserva R$ 4,5 milhões para a compra de instrumentos de sopro e de percussão. Serão selecionadas 176 bandas de todo o país. Cada uma receberá até R$ 25 mil. Já o Prêmio ProCultura Palcos Musicais Permanentes prevê investimentos de R$ 1,5 milhão para espaços privados com até 600 lugares e programação artística contínua, em todo o território nacional . 15 projetos serão selecionados e cada um vai receber R$ 100 mil.

Os editais fazem parte do Programa ProCultura, lançado pelo ministro da Cultura, Juca Ferreira, no último dia 20, em Brasília. Inicialmente, foram divulgados 15 editais. Até o final de novembro, novos editais deverão ser lançados. Ao todo, serão aplicados R$ 300 milhões em oito novos fundos setoriais: Acesso e Diversidade; Ações Transversais e Equalização de Políticas Culturais; Artes Visuais; Circo, Dança e Teatro; Incentivo à Inovação Audiovisual; Livro, Leitura, Literatura e Língua Portuguesa; Música; Patrimônio e Memória.

Os recursos são do Fundo Nacional da Cultura. O FNC é um fundo público, constituído de recursos destinados exclusivamente à execução de programas, projetos ou ações culturais.  A distribuição dos recursos foi decidida pela comissão do FNC, após a apresentação das diretrizes e ações aos Comitês Técnicos dos oitos setores. Cada comitê é formado por representantes do Sistema Minc e por dez representantes da sociedade civil, incluindo três especialiatas de notório saber.

As inscrições devem ser feitas pelo Salic Web. Mais informações nos sites http://www.cultura.gov.br/ e www.funarte.gov.br

Dia da Cultura

Publicado: 5 de novembro de 2010
Carta do ministro da Cultura, Juca Ferreira, em homenagem ao Dia da Cultura
Neste Dia da Cultura, celebramos uma agenda em construção
É com enorme alegria que o Ministerio da Cultura felicita hoje o Dia Nacional da Cultura. Celebração que neste momento especial não poderia ser mais simbólica em vista a importância que a pauta conquistou na agenda do país. É o momento de celebrarmos a riqueza da diversidade cultural, a plena liberdade de expressão e comemorar a força da arte brasileira.
A cultura está se tornando, finalmente, um dos campos de ação das políticas públicas no Brasil. O aumento do orçamento cultural em seis vezes, desde 2003, é apenas um dos indicadores desta mudança. Podemos repetir com orgulho a frase do presidente Lula, já célebre: “como nunca na história deste país”. Este governo, como em nenhum outro momento de nosso passado, reconheceu a dimensão estratégica da cultura para um projeto de nação. Esta mudança diz respeito ao projeto de desenvolvimento que o Brasil afirmou nos últimos anos.
Nesse sentido, chamo atenção de todos, artistas, produtores, cidadãos e cidadãs para uma agenda em construção no Congresso Nacional. O legislativo tem sido um inestimável parceiro na construção de bases para uma política cultural de Estado. São importantes projetos de lei que tramitam no Congresso Nacional: aprovados, eles vão impulsionar a cultura brasileira para um novo patamar de desenvolvimento.
A nova legislação cultural irá criar condições de apoio abrangente e direto a cultura e arte nacional. Se aprovadas, tais medidas vão permitir o aumento significativo dos recursos públicos, garantindo critérios de distribuição republicana e a superação de um modelo precário e burocrático de apoio à cultura. O desenvolvimento cultural só é pleno quando permite a incorporação de muitos, quando ocorre em todas regiões do Brasil, em todos os setores culturais, sem exclusão ou descriminação. Quando qualifica a educação, a saúde, o turismo, a consciência ambiental. As novas leis irão estimular não apenas a produção cultural, mas a ampliação do consumo, criando uma poderosa economia, capaz de gerar empresas culturais fortes e independentes.
Fruto de anos de diálogo e contrução coletiva, as novas leis podem definir um futuro brilhante para a cultura brasileira, e inclusive ser aprovados em 2010 para começar a valer já no ano que vem.
Por tudo isto, o apoio da sociedade é importante. Precisamos aprovar o Vale Cultura, a Nova Lei de Fomento (o Procultura), o Plano Nacional de Cultura, o Sistema Nacional de Cultura, a PEC 150, que garante um patamar seguro de recursos para a cultura nos três níveis federativos.
Não há como negar que a cultura no Brasil ganhou uma relevância nunca igual na sua história e o Estado democrático tem um papel decisivo não apenas no fomento, mas também na defesa da diversidade cultural e na garantia do acesso cultural a todos no Brasil.

Viva a cultura!
movimentoculturabrasil.com

Editora Solisluna lança três livros sobre a cultura afro-baiana, contemplados no Edital da SecultBA

Política de editais da Secretaria de Cultura, com recursos do Fundo de Cultura, permite avanço no mercado editorial baiano. Lançamentos acontecem no mês da Consciência Negra.

No dia 18 de novembro (quinta-feira), às 18h, no auditório do Museu Carlos Costa Pinto (Corredor da Vitória), o mercado editorial brasileiro ganhará três novos títulos da cadeia produtiva baiana com o lançamento da Coleção “Traços do Encantamento”. A trilogia, voltada para a cultura afro-baiana e lançada pela Solisluna Editora, foi contemplada no Edital de Apoio à editoras para a edição de coleção de livros 2008, da Fundação Pedro Calmon/SecultBA. No lançamento, os livros serão comercializados a preços promocionais e os autores falarão sobre as obras.
A coleção “Traços do Encantamento” é formada pelos livros Imagens da Diáspora, dos autores Goya Lopes (imagens) e Gustavo Falcón (textos), e Candomblé da Bahia e Cacimbo, ambos do escritor José de Jesus Barreto. Os livros abordam o universo da cultura negra, através de imagens e textos que retratam aspectos da religiosidade, da estética afro e da herança africana no Brasil.
O livro Imagens da Diáspora resgata, através das imagens da artista plástica Goya Lopes, acompanhadas por textos do historiador Gustavo Falcón, a trajetória dos africanos e seus descendentes no Brasil, ressaltando a singularidade e a beleza do legado afro-brasileiro. A autora, que também é designer têxtil, revela a importância de seu trabalho, “neste livro eu posso traduzir o desenho que eu faço para moda em um outro produto. As pessoas vão ver que no seu vestuário há conteúdo, e que este conteúdo resgata a trajetória da nossa ancestralidade africana”.
Os livros do autor José de Jesus Barreto, Candomblé da Bahia aborda a religião e o culto aos Orixás nos terreiros de candomblé da Bahia, através da vivência e experiências do autor ao longo da vida e dos estudos sobre a religião de matriz africana; Cacimbo, segundo Barreto, possui uma linguagem de um jornalismo literário, ao retratar as heranças e dessemelhanças entre Luanda e Salvador, a partir da experiência do autor em Angola. “Meu objetivo foi escrever os livros com o propósito de que pessoa que o ler compreenda e entenda o que está escrito. Dessa maneira, abro uma janela para os mistérios da fé afro-baiana, tratando sobre as origens, a África e as heranças, manifestadas na Bahia, e, sobre tudo, no Recôncavo”, destaca Barreto.
Editais – A política de editais da Secretaria de Cultura, iniciada em 2007, e com recursos do Fundo de Cultura da Bahia, tem mostrado o avanço da economia da cultura voltada para o setor livreiro, através de projetos que fomentam a leitura e a produção literária. Nestes três anos, os editais, coordenados pela Fundação Pedro Calmon (FPC), geraram investimentos de mais de R$ 3,4 milhões na cadeia produtiva do livro e nas culturas identitárias. “Acredito que a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia entrou numa nova era, juntamente com o Fundo de Cultura. Essa perspectiva de distribuição e de possibilidades que os editais proporcionam, contempla a exposição e, também, a manutenção dos produtos culturais gerando com isso a democratização da cultura em nosso Estado”, evidencia a artista plástica Goya Lopes.
Além do edital de apoio a editoras para edição de coleção de livros, a Fundação coordena os editais de pesquisa para criação literária de escritores baianos, a edição de livros de autores baianos e de incentivo à leitura. “Esta política de editais da Secretaria é um instrumento transparente e democrático de fomento à cultura, investindo não só na publicação de livros, mas em toda a sua cadeia produtiva”, ressalta o diretor geral da FPC Ubiratan Castro de Araújo.

Lançamento na Bienal – A trilogia “Traços do Encantamento” foi lançada, também, durante a 21ª. Bienal Internacional do Livro de São Paulo, no estande da Bahia, iniciativa da Secretaria de Cultura, através da Fundação Pedro Calmon/SecultBA e da Câmara Baiana do Livro, que promoveram o lançamento de oito títulos baianos, além da comercialização de mais de 500 títulos, entre romances, cordéis, contos e poesia.

Assessoria de Comunicação
FPC - Fundação Pedro Calmon - SecultBA
(71) 3116-6918 / 6919
ascom@fpc.ba.gov.br
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Assessoria de Comunicação - SecultBA(71) 3103-3026 / 3027 / 3016(71) 9983-5278 / 8151-0893 ascom@cultura.ba.gov.br
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