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terça-feira, 16 de novembro de 2010

Apresentação teatral: Atire a Primeira Pedra

Serviço:
O quê? ATIRE A PRIMEIRA PEDRA
Onde? AUDITÓRIO DO COLÉGIO AUGUSTO GALVÃO (CAMPO FORMOSO)
Quando? QUARTA-FEIRA (17/11/2010), 20 HORAS
Quanto? R$4,00 INTEIRA E R$2,00 MEIA

 
SOBRE O ESPETÁCULO

Com 04 indicações ao Prêmio Braskem de Teatro (incluindo MELHOR ESPETÁCULO DO ANO), o espetáculo ATIRE A PRIMEIRA PEDRA - nome que seria dado por Nelson Rodrigues para a coluna publicada no Jornal Última Hora em 1961, mas que foi alterado por ele mesmo para A Vida Como Ela É... - é o resultado de um processo de pesquisa sobre o universo rodrigueano que traz como diferencial a teatralidade escancarada e fortes referências ao melodrama, utilizando-se também da estética de filmes b, do clown, da chanchada e do kitsch. Somado a esses atributos, a peça ainda lança mão do universo da música brega. A concepção do espetáculo opta pelo relevo da presença forte do trabalho do ator e, especialmente, por refletir sobre uma parte do universo feminino brasileiro, a partir das inquietações e provocações contidas nos contos de Nelson.  

Os contos foram adaptados para o teatro por Cleise Mendes e Fernando Santana. O texto, que prioriza a ótica feminina no universo rodrigueano, remonta uma época marcada pela lei patriarcal em pleno colapso da classe média. O espetáculo apresenta em sete cenas, de maneira bem humorada, mulheres que explodem seus desejos reprimidos e fazem valer as suas vontades, pagando por isso preços altos. A concepção exige performance diversificada dos atores, que também cantam e dançam.

FICHA TÉCNICA
Direção: LUIZ MARFUZ
Elenco: ANA PAULA BRASIL, ARIANE SOUZA, CAMILA GUILERA, DANIEL CALIBAM, DANILO CAIRO, FERNANDO FILHO, ILONA WIRTH, JANE SANTA CRUZ, JOEDSON SILVA, LARA COUTO, RUHAN ÁLVARES
Assistência de Direção: DANILO CANGUÇU
Direção musical: LUCIANO BAHIA
Dramaturgia: CLEISE MENDES E FERNANDO SANTANA
Cenografia: RODRIGO FROTA
Figurino: MIGUEL CARVALHO
Cabelos: DEO CARVALHO
Preparação coreográfica: MARILZA OLIVEIRA
Preparação para o canto: MARCELO JARDIM
Operação de luz: ELIEDSON ROSA
Operação de som: DANILO CANGUÇU
Contra-regras: TARSO PINHEIRO E JÚNIOR PIMENTA

Agenda do Colegiado do Território

Piemonte Norte do Itapicuru, 16 de novembro de 2010.

Prezados (as) Representantes e Membros do TIPNI
Entidades da Sociedade Civil e Poder Público

Bom Dia!

Segue abaixo, Confirmação da AGENDA TIPNI 2010 no que se refere
Reunião da Comissão de Construção do PTDS com os Coordenador e os Componentes dos Grupos de Trabalho (GT), oportunidade em que daremos continuidade à elaboração dos Trabalhos das Comissões Temáticas (10) e apresentação dos mesmos, para as devidas analises e posterior Sistematização pela Comissão Territorial do PTDS.
ATIVIDADE: Reunião da Comissão de Construção do PTDS com os Coordenador e os Componentes dos Grupos de Trabalho (GT)

DATA: 
17/11/2010

HORÁRIO:  Das 08:30h as 16:00h

LOCAL:  Colégio Rômulo Galvão (em frente ao Colégio Olga Campos de Menezes - em Senhor do Bonfim-Ba)



PÚBLICO PARTICIPANTE:  Comissão de Construção do PTDS com os Coordenador e os Componentes dos Grupos de Trabalho (GT)Entidades da Sociedade Civil e Instituições/Órgãos do Poder Público do Território de Identidade do Piemonte Norte do Itapicuru - TIPNI.


SAUDAÇÕES TERRITORIAIS.




YON LEITE FONTES      
ARTICULADOR TERRITORIAL
TERRITÓRIO DE IDENTIDADE PIEMONTE NORTE DO ITAPICURU - TIPNI

E-mail: piemontenortedoitapicuru@hotmail.com
Blog:www.tipni.blogspot.com
CONVÊNIO
Nº 011/2009 - GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA
SEPLAN - SECRETARIA DE PLANEJAMENTO DO ESTADO DA BAHIA
INGÁ - INSTITUTO DE GESTÃO DAS ÁGUAS E CLIMAS
IRPAA - INSTITUTO REGIONAL DE PEQUENA AGROPECUÁRIA APROPRIADA

Tel: (74) 9996-1756yonleitefontes@gmail.com
Ofício dos vaqueiros pode ser Patrimônio Imaterial da Bahia



Já estão em fase final as pesquisas do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), órgão da secretaria de Cultura (SecultBA), que fundamentarão o registro do Ofício dos Vaqueiros como Patrimônio Cultural Imaterial da Bahia.

O pedido para o reconhecimento do ofício dos vaqueiros foi solicitado pelo conselheiro do Conselho Estadual de Cultura (CEC), Washington Queiroz, em agosto deste ano (2010). Pós-graduado em antropologia e especializado em etnologia indígena, Queiroz é membro da Associação Brasileira de Antropologia e pesquisador renomado da cultura do Sertão e região do semi-árido baiano. Entre projetos de sua autoria está o Histórias de Vaqueiros: Vivências e Mitologia, além de vídeos, ensaios, publicações, campanhas e eventos sobre vaqueiros.

Pesquisas de Queiroz apontam que na Bahia, já em 1550, a família do colonizador português Garcia D’Ávila expedia vaqueiros para colonizar e ocupar terras internas do Brasil. O percurso dos vaqueiros no nosso estado teve dois momentos, o primeiro no século 16 partindo das terras da Casa da Torre, atua localidade de Praia do Forte, município de mata de São João. Daí, essas expedições atingiam os rios Jacuípe, Itapicuru, até o Paraguaçu e Rio de Contas, formando pontos de encontro nas feiras e estabelecendo os primeiros currais.

O segundo momento se dá na segunda metade do século 18, quando são erguidas as primeiras casas de fazenda. Queiroz destaca que a marcha dos vaqueiros exigiu o desenvolvimento de técnicas e procedimentos que possibilitassem desbravamento de caatingas, matas, agrestes, chapadas, cerrados e planaltos à procura de pastos para o gado crescente que já não podia mais ocupar apenas a orla atlântica da Bahia.

No mesmo mês da solicitação, o IPAC colocou equipe de pesquisadores em campo. Participaram historiadores, museólogos, geólogos, sociólogos, antropólogos e comunicólogos. “Vestimentas, maneiras de cantar e falar, habitar, trabalhar e lidar com o gado são características próprias desse ofício”, relata o gerente de Pesquisas (Gepel) do IPAC, Mateus Torres. Eles desbravaram a região Nordeste do país tornando o interior, então desconhecido, em locais habitáveis, com comunidades que se tornaram cidades. “Seus movimentos por três séculos se complementam aos ciclos econômicos da cana-de-açúcar, mineração e ciclo do gado”, afirma o técnico do IPAC.

Um bem intangível ou imaterial só passa a ser reconhecido oficialmente como Patrimônio da Bahia, através de decreto do governador, após passar pela análise do CEC (www.conselhodeculturaba.wordpress.com). Com aval do CEC o dossiê do IPAC, passa para a SecultBA e, depois, para o governador que sanciona ou não. Um dossiê é composto por pesquisas de campo, bibliografias e acervo textual e imagético produzidas pelo IPAC para justificar o registro do bem imaterial. Até o final deste mês (novembro, 2010) o IPAC já deve enviar os estudos para avaliação dos conselheiros de Cultura. Através do IPAC, o governo baiano já reconheceu os bens imateriais Festa de Santa Bárbara, Cortejo do 2 de Julho, Carnaval de Maragojipe, Festa da Boa Morte, Capoeira e, até final deste ano (2010), o Desfile dos Afoxés.

As pesquisas do IPAC podem durar de seis meses a dois anos, dependendo do tema pesquisado. “O dossiê deve provar, através de reconstituição histórica, com registros documentais, imagéticos e depoimentos, que o bem cultural merece ser reconhecido pelo Estado e não somente representar uma localidade”, esclarece Torres. As prefeituras são responsáveis por patrimônios de relevância municipal, o governo estadual por bens representativos para a Bahia, enquanto o governo federal fica com tutela dos bens nacionais. Mais informações sobre registros de bens imateriais são obtidas no site www.ipac.ba.gov.br ou, através da Gepel/IPAC via telefone (71) 3116-6741.

Assessoria de Comunicação – IPAC – em 16.11.2010                                                                                 Jornalista responsável Geraldo Moniz (1498-MTBa) – (71) 8731-2641 – Texto: Felipe Dieder e Geraldo Moniz
Contatos ASCOM/IPAC: (71) 3116-6673, 3117-6490, ascom,ipac@ipac.ba.gov.br.
Acesse: www.ipac.ba.gov.br Facebook: Ipacba Patrimônio  Twitter: @ipac_ba






"Identidades Nacionales y Transnacionales. Acción y Negociación por el Reconocimiento en los Garifuna” e "Los hijos del destierro - Memorias del pueblo Garifuna de Am&e acute;rica Central”

CEAO - Centro de Estudos Afro-Orientais


Palestra, debate, conferência e exibição de documentário são alguns do eventos do Mês da Consciência Negra, nesta semana, no CEAO. Participe!
Eventos da semana:

Estudos Africanos na Jamaica e Panafricanismo e Empoderamento Sócioerótico de Mulheres Afrodescendentes.
A palestra será ministrada pela Profa. Annecka Marshal, PhD. Auditório Milton Santos (3283-5502). Quarta-feira, às 19h. Dia 17 de novembro.
 Corpo-Imagem dos Terreiros: Experiência Ritual e Produção de Presença – O debate faz parte do projeto contemplado pelo Programa Pensamento e Cultura com participação de Marco Aurélio Luz, Ilê Asipá e professor da UFBA; dos fotógrafos Adenor Gondim, Aristides Alves, Bauer Sá; Marcelo Bernardo da Cunha, coordenador do Museu Afro, professor do CEAO/UFBA. Auditório Milton Santos (3283-5502). Quinta-feira, às 18h30. Dia 18 de novembro.
"Identidades Nacionales y Transnacionales. Acción y Negociación por el Reconocimiento en los Garifuna” e "Los hijos del destierro - Memorias del pueblo Garifuna de Am&e acute;rica Central” – Tema da conferência do Prof. Carlos Agudelo do Centro de Estudos Mexicanos e Centroamericanos (CEMCA) e investigador AFRODESC-EURESCL e título do documentário do Melesio Portilla Viveros. Auditório Milton Santos (3283-5509). Sexta-feira, às 17h30. Dia 19 de no vembro.
 Confira a programação aqui
CEAO - Centro de Estudos Afro-Orientais

Pç. Inocêncio Galvão, 42, Largo Dois de Julho - CEP 40025-010. Salvador - Bahia - Brasil
Tel (0xx71) 3322-6742 / Fax (0xx71) 3322-8070 - E-mail: ceao@ufba.br
- Site: www.ceao.ufba.br

Palestra: Estudos Africanos na Jamaica & Panafricanismo e empoderamen to sócioerótico de mulheres afrodescendentes

No âmbido do programa Sephis - Lecture Tour, a professora jamaicana Annecka Marshal dará uma palestra sobre emporderamento de mulheres negras no Caribe, Jamaica em especial. Annecka teve seu doutoramente na universidade de Warwick no Reino Unido, com pesquisa sobre sexualidade e mulher negra, além disso, ela tem grande participação em programas de Rádio na Jamaica e integra diferentes associações internacionais de mulheres negras.

Haverá tradução feita por Raquel de Souza para a palestra e conversas com a professora Annecka.

Palestra: Estudos Africanos na Jamaica & Panafricanismo e empoderamen to sócioerótico de mulheres afrodescendentes
Annecka Marshal, Ph.D
Local: Ceao, Largo dois de Julho
Dia: 17 de novembro, quarta-feira
Horário: 19 horas

CEAO - Centro de Estudos Afro-Orientais

Pç. Inocêncio Galvão, 42, Largo Dois de Julho - CEP 40025-010. Salvador - Bahia - Brasil
Tel (0xx71) 3322-6742 / Fax (0xx71) 3322-8070 - E-mail: ceao@ufba.br
- Site: www.ceao.ufba.br