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terça-feira, 28 de junho de 2011

Secretaria da Cultura discute festas em espaços urbanos


Comunicação.ba.gov

O que as áreas do Farol da Barra, Terreiro de Jesus, Praça Castro Alves, Rua Chile, largos do Rio Vermelho, Cruz do Pascoal, Pelourinho, Carmo e Santo Antônio têm em comum? Todas estão em áreas tombadas como patrimônios culturais ou têm vizinhança imediata com edificações oficialmente consideradas bens culturais do Brasil ou da Bahia. Isso significa que não podem ser modificadas ou sofrer impactos estruturais que ameacem sua existência para usufruto pleno de gerações futuras.
Para discutir a realização de festas populares nesses espaços urbanos preservados pelos poderes públicos, o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac), autarquia da Secretaria de Cultura do Estado (Secult), abre debate sobre o tema, nesta quarta-feira (29), a partir das 14h, no auditório do Conselho Estadual de Cultura da Bahia (CEC), no anexo do Palácio da Aclamação (Campo Grande).
O evento é aberto ao público interessado e discutirá ainda acerca das ações de salvaguarda dos poderes públicos para com as festas populares registradas como Patrimônios Imateriais. A iniciativa integra o Projeto ‘Conversando sobre Patrimônio’ do Ipac, que já discutiu sobre a área da Soledade, em Salvador, o Patrimônio Cultural Afrobrasileiro e o Guia de Arquitetura e Paisagem de Salvador e Recôncavo.
Esta é a quarta edição do projeto, neste ano, explica o coordenador do projeto, o historiador da Assessoria Técnica (Astec) do Ipac, Igor Souza. Segundo ele, a iniciativa foi para auxiliar ações do instituto, possibilitar que a sociedade tenha acesso ao conhecimento científico produzido por especialistas e às conceituações que a partir daí se desdobram. “É obrigação do Ipac difundir suas produções científicas, proporcionar debates e a escuta pública acerca das temáticas dos bens culturais”.
Os debatedores são o especialista Jânio Castro, doutor em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal da Bahia (Ufba), o professor Paulo Miguez, doutor em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela Ufba, professor do Ihac/Ufba e Conselheiro Estadual de Cultura, e o produtor cultural e fundador da Associação Viva Salvador, Dimitri Ganzelevitch. Como moderadora da mesa, a mestre em Arquitetura e Urbanismo e especialista em Restauração e Conservação de Monumentos e Centros Históricos (Ufba) e assessora da superintendência do Iphan/BA, Carmita Baltar.
Os próximos encontros do projeto devem discutir a Reformulação da Lei Estadual do Patrimônio, a Política Nacional de Patrimônio, a Experiência do ICMS-Cultural de Minas Gerais e os Circuitos Arqueológicos da parceria entre Ufba e Ipac na Chapada Diamantina. A entrada para o evento se dará até a lotação máxima do auditório do CEC. Mais informações pelos telefones (71) 3117-6491 / 3117-6492, pelo e-mail astec.ipac@gmail.com e pelo site do Ipac.
Patrimônios
O Forte de Santo Antônio reedificado em 1696 na ponta do padrão, na Barra, onde está instalado o Farol, é tombado como Patrimônio do Brasil por meio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) do Ministério da Cultura (MinC), a exemplo do Forte de Santa Maria, no Porto da Barra.
A Praça Castro Alves, Terreiro, Rua Chile, largos do Pelourinho, Carmo, Cruz do Pascoal e de Santo Antônio estão sob proteção do Iphan/MinC, na poligonal de tombamento federal do Centro Histórico de Salvador (CHS), onde igualmente se encontram dezenas de prédios tombados individualmente.
O Edifício Oceania - em frente ao Farol - tem projeto de 1932 em estilo arquitetônico influenciado pelo movimento Art Déco precursor do modernismo no País e está tombado provisoriamente pelo Estado da Bahia, da mesmo forma como o Forte de São Diogo (Porto da Barra) e o Largo do Rio Vermelho.

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