Thiago Guimarães - Coma morte de Gregory Isaacs, o mundo da música perde uma das vozes mais marcantes e melancólicasdareggaemusicmundi al.
Em homenagem ao músico, a banda Diamba prepara um repertório especial para o show de amanhã, às 19 horas, na Praça Tereza Batista, no Pelourinho, incluindo canções dele para homenageá-lo. Já Vovô do Ilê, que ficou sabendo da morte de Gregory ontem, garantiu lembrar domúsico na comemoração do aniversário do Ilê no próximo dia 1º.
Apesar de ser contemporâneo de Bob Marley e se autointitular rastafari, a marca registrada da carreira de Gregory foi a invenção de um novo reggaemusic, acrescentando romantismoao estilo musical. Comletras melosas eumapostura de palco malandra (trajando sempre um terno bem cortado), ele mostrou que era possível cantar reggae sem seguir os moldes de Bob Marley.
Não que ele não fosse fã do rei. Não é à toa que chegou ao mainstream da música com o álbum Night Nurse, em 1982, gravado nos estúdios Tuff Gong, na Jamaica, o mesmo de Bob.
O disco alcançou o topo das paradas na Grã-Bretanha, para onde ele se mudaria – uma versão da música gravada por Sly and Robbie com o Simply Red ajudariaaespalhar seunome.O mundo passou a conhecer toda doçura e melancolia do timbre encorpado da sua voz, que foi o contraponto na cena da época, em que o estilo mais festivo da reggae music, comseus timbres rasgados, rompiam os alto falantes das rádios.
Da casa Depois da primeira aparição na capital baiana, em 1998, Gregory manteve uma relativa frequência de shows em Salvador, tendo no último,em2009, feito com que 20 mil pessoas resistissem até o raiar do dia para ouvi-lo. Na estreia domúsico na Bahia, os regueiros da banda Diamba tiveram o privilégio de abrir o show e acabaram conhecendo um pouco mais do ídolo fora dos palcos.
“Ele era assim também na vida real, curtidor, safadão... Eu costumo chamar ele de o Wando do reggae, aquele cara romântico”, contaDuda,frontman do Diamba. “Foi a primeira vez que eu vi duas gerações indo a umshowde reggae.Agente era muito fã delemasnãosabíamos do seu potencial no palco”, lembra o vocalista.
Gregory Isaacs morreu domingo, 24, aos 59 anos, em Londres, de câncer de pulmão.
Em homenagem ao músico, a banda Diamba prepara um repertório especial para o show de amanhã, às 19 horas, na Praça Tereza Batista, no Pelourinho, incluindo canções dele para homenageá-lo. Já Vovô do Ilê, que ficou sabendo da morte de Gregory ontem, garantiu lembrar domúsico na comemoração do aniversário do Ilê no próximo dia 1º.
Apesar de ser contemporâneo de Bob Marley e se autointitular rastafari, a marca registrada da carreira de Gregory foi a invenção de um novo reggaemusic, acrescentando romantismoao estilo musical. Comletras melosas eumapostura de palco malandra (trajando sempre um terno bem cortado), ele mostrou que era possível cantar reggae sem seguir os moldes de Bob Marley.
Não que ele não fosse fã do rei. Não é à toa que chegou ao mainstream da música com o álbum Night Nurse, em 1982, gravado nos estúdios Tuff Gong, na Jamaica, o mesmo de Bob.
O disco alcançou o topo das paradas na Grã-Bretanha, para onde ele se mudaria – uma versão da música gravada por Sly and Robbie com o Simply Red ajudariaaespalhar seunome.O mundo passou a conhecer toda doçura e melancolia do timbre encorpado da sua voz, que foi o contraponto na cena da época, em que o estilo mais festivo da reggae music, comseus timbres rasgados, rompiam os alto falantes das rádios.
Da casa Depois da primeira aparição na capital baiana, em 1998, Gregory manteve uma relativa frequência de shows em Salvador, tendo no último,em2009, feito com que 20 mil pessoas resistissem até o raiar do dia para ouvi-lo. Na estreia domúsico na Bahia, os regueiros da banda Diamba tiveram o privilégio de abrir o show e acabaram conhecendo um pouco mais do ídolo fora dos palcos.
“Ele era assim também na vida real, curtidor, safadão... Eu costumo chamar ele de o Wando do reggae, aquele cara romântico”, contaDuda,frontman do Diamba. “Foi a primeira vez que eu vi duas gerações indo a umshowde reggae.Agente era muito fã delemasnãosabíamos do seu potencial no palco”, lembra o vocalista.
Gregory Isaacs morreu domingo, 24, aos 59 anos, em Londres, de câncer de pulmão.
Nenhum comentário:
Postar um comentário